Aquilo que Augusto Santos Silva disse, nas condições em que o disse, constitui, de facto, uma conversa privada entre políticos amigos.
Escrito por João Miguel Tavares | Qui, 29 Dez 2016
O desafio mais interessante não é tanto adivinhar o que se irá passar de melhor ou de pior, mas antes tentar averiguar se o país está preparado para o caso de as coisas correrem mal.
Escrito por João Miguel Tavares | Ter, 27 Dez 2016
O que o país precisa não é de mais “conhecimento”, mas sim de utilizar o conhecimento que tem, para não andarmos todos a louvar a “geração mais qualificada de sempre” ao mesmo tempo que produzimos a geração qualificada mais pobre de sempre.
Escrito por João Miguel Tavares | Ter, 27 Dez 2016
Ajudar os amigos na vida pública, com dinheiro dos contribuintes, é um gesto feio. Ou é crime, ou é imoral, ou é as duas coisas em simultâneo.
Escrito por João Miguel Tavares | Sáb, 24 Dez 2016
Foi meter uma cunha ao ministro. Foi em directo na TV, mas não deixou de ser uma cunha. E é por isso que, em última análise, Marcelo acabou por se embaraçar a si próprio.
Escrito por João Miguel Tavares | Qui, 22 Dez 2016
A comunidade LGBT está a fechar-se num círculo cada vez mais restrito de susceptibilidades, entretendo-se a descobrir vestígios de homofobia em pessoas que sempre estiveram ao seu lado nos combates importantes. Pior do que ser uma mariquice, é ser uma burrice.
Escrito por João Miguel Tavares | Ter, 20 Dez 2016
Lalanda e Cunha Ribeiro são apenas a ponta de um icebergue cuja profundidade ainda mal conseguimos vislumbrar.
Escrito por João Miguel Tavares | Sáb, 17 Dez 2016
A extrema-esquerda precisa de companhia no outro lado do espectro ideológico, nem que para isso tenha de chamar fanáticos de direita a pacatos liberais
Escrito por João Miguel Tavares | Qui, 15 Dez 2016
Uma coisa são discordâncias acerca das políticas do regime. Outra, muito diferente, são discordâncias acerca do regime político.
Escrito por João Miguel Tavares | Ter, 13 Dez 2016
Nuno Crato foi o ministro que mais ataquei nos últimos anos, tendo inclusivamente defendido neste mesmo jornal (“Caro Nuno Crato: ainda aí está?”) a sua saída após a desastrada abertura do ano lectivo de 2014.
Escrito por João Miguel Tavares | Sáb, 10 Dez 2016